Opção vegetariana nas cantinas públicas não passa no parlamento

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O Partido Socialista chumbou um Projeto de Decreto Legislativo Regional do Bloco de Esquerda que determinava a inclusão da opção vegetariana nas refeições nas cantinas públicas e noutras entidades financiadas por fundos públicos.

De acordo com a proposta chumbada, “existem, no universo público, cantinas que fornecem um serviço social da máxima relevância, nomeadamente cantinas do ensino obrigatório ou do ensino superior, de unidades hospitalares, de estabelecimentos prisionais e dos serviços sociais da administração pública, nas quais a diversidade da alimentação deve ser aumentada com a introdução da opção vegetariana”.

Os socialistas argumentaram o chumbo com uma “logística abstrata e omissa em diversos aspetos para responder aquele que é o propósito a que se propõe”, enquanto que o próprio Governo Regional justificou que “no que se refere aos refeitórios escolares, existe o compromisso do Governo de no próximo ano letivo disponibilizar o fornecimento diário de um prato vegetariano”.

Segundo Berto Messias, secretário regional Adjunto dos Assuntos Parlamentares, “no caso dos hospitais já obrigatório a disponibilização de ementas vegetarianas, tendo em conta que isso é uma exigência dos cadernos de encargos para o fornecimento de refeições naquelas instituições”, salientando que o princípio que o Bloco de Esquerda pretendia, de garantir a existência de um prato vegetariano nas cantinas públicas, “no entendimento do Governo está salvaguardado no modelo atual”.

19.10.2017

 


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